Mostrar mensagens com a etiqueta social media. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta social media. Mostrar todas as mensagens
domingo, 11 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
terça-feira, 14 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
Os números de telefone como a única identidade válida para um utilizador.
Utilizar a Web para apoiar o processo social teve um aumento exponencial na última década, com a explosão de serviços de redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter e sites de dating.
A existência de um muro virtual temporário antes de um encontro cara a cara também torna mais fácil o envolvimento em fraudes e spam online. As pessoas podem ser enganadas on-line por um "amigo" ou "amante" com quem só comunicam virtualmente.
O E-mail é uma forma popular e relativamente tradicional de identidade on-line, mas são muito fáceis de falsificar uma vez que não existem processos de verificação de identidade necessários antes de criar uma conta de e-mail gratuito em serviços populares como Gmail, Yahoo ou Outlook. Também é bastante fácil de criar contas de e-mail em massa para fins de spam.
Um único utilizador é capaz de criar centenas de contas de e-mail gratuitas num curto espaço de tempo. Podem, então, ser utilizadas para verificar múltiplas contas em aplicações sociais que são utilizados para spam ou fraude.
Roubar a identidade de outra pessoa é relativamente simples. Tentativas de phishing, onde é enviado um e-mail fraudulento para recolher informações pessoais, já não é necessário porque os ataques de password são actualmente automatizados.
Os atacantes descobrem a combinação utilizador / senha utilizando uma ferramenta de "account checker". Esta ferramenta testa diferentes combinações de nome de utilizador e senha em sites de comércio electrónico, e e a combinação funcionar roubam nomes, endereços e informações de cartão de crédito do titular da conta.
Descobrindo o nome de utilizador e respectiva senha , o promotores da fraude roubam a identidade on-line da pessoa em causa.
Fica claro para todos que o e-mail ou as contas das redes não são uma fonte válida de identidade do utilizador. Infelizmente, muitas aplicações, por exemplo de namoro ou networking, exigem alguma forma de verificação de identidade genuína que, idealmente, não envolva um processo demorado ou caro. Este é o lugar onde os números de telefone podem entrar.
Os números de telefone são omnipresentes e as pessoas em geral, mantêm o mesmo número por um longo período de tempo, sendo tal perenidade fomentada até pela portabilidade do número quando se altera de operador. Isto significa que a maioria das aplicações seria capaz de utilizar este método para a maioria dos utilizadores, senão mesmo a totalidade dos mesmos ( que utilizador de rede social não tem telemóvel?)
Com a taxa de penetração de telefones móveis em ascensão em todo o mundo, as empresas podem facilmente comunicar com os seus utilizadores através de métodos de baixo custo, como o SMS, que não exige uma ligação à Internet.
Ao contrário das redes sociais, os números de telefone não são fáceis de falsificar uma vez que tem de se obter um cartão SIM físico ou um número de telefone real, emitido por uma operadora. Números virtuais, números sem linha telefónica directamente associada,podem ser bloqueados para reduzir o spam ou fraude.
Ao contrário do e-mail, a obtenção de um novo número de telefone não é tão fácil de obter. os operadores muitas vezes exigem informações pessoais, tais como cartão cidadão ou número de contribuinte, para abrir uma conta. Esta natureza analógica complica o processo de roubar a identidade de alguém, e o roubo de um número de telefone obrigara os ladrões a ter de roubar o cartão SIM.
Além disso, nos casos de furto de um telefone, o operador pode bloquear o serviço a pedido do Cliente. Portanto, a utilização do número da identidade furtada será sempre de curta duração.
Já existem várias aplicações de comunicação, tais como WhatsApp e Viber que utilizam o número de telefone como a identidade do utilizador. Embora o WhatsApp recentemente tenha lançado uma versão Web, tem que estar instalado num telefone, associado a um número de telefone.
O alcance e a segurança de um número de telefone fornece uma verdadeira vantagem sobre e-mail ou social media , tornando-se a identidade ideal para o utilizador final.
domingo, 22 de março de 2015
O futuro pertence às plataformas, não aos Produtos
Em 1905 o jovem Albert Einstein chocou o mundo. Nesse ano derrubou as premissas vigentes do seu tempo e mudou a forma como vemos o universo, transformando para sempre a forma como pensamos de tempo, espaço, massa, energia e luz. Abriu o caminho para o mundo moderno.
No entanto, 22 anos depois, foi a vez de Einstein ficar preso no lamaçal dos seus próprios pressupostos. Na famosa rodada de debates com Niels Bohr, ele foi incapaz de aceitar as consequências do mundo quântico que, de facto, ele tinha tornado possível em 1905, insistindo que "Deus não joga dados com o universo."
O problema de Einstein não estava em perceber a importância de uma idéia nova, mas aceitar uma plataforma completamente nova para a física e que levou a coisas como lasers, microprocessadores e iPhones, e condenou o resto de sua carreira. Hoje, enfrentamos um dilema similar. Novas plataformas obrigam a não alterar apenas o nosso comportamento, mas as nossas suposições sobre como o mundo funciona.
Há uns anos atrás era frequente ouvir gestores dizerem "Eu não permito Facebook ou Skype no escritório", "só serve para as pessoas brincarem, quando deveriam estar a trabalhar". Os gestores viam os social media como uma ameaça para a produtividade dos colaboradores e estavam determinados a impedir a entrada nas empresas dessas "distrações".
No entanto os próprios gestores nessa altura utilizavam já o Skype, mas claro que "Isso era diferente. Eles precisavam falar com pessoas em diferentes países e o Skype é muito mais eficiente. "(Atualmente para que também gostam do Facebook messenger).
No início, os social media eram usados principalmente para as relações sociais.
Early adopters, que tendiam a ser mais jovens, e que utilizavam para comunicar com as coisas que lhes interessavam. No entanto, sempre foi uma plataforma de comunicação e funciona muito bem para outros tipos de informação, como conversas importantes com parceiros no exterior.
Hoje os social media são a principal fonte de notícias para muitas áreas que me interessam. Não é uma função das próprias plataformas mas sim de quem estamos ligamos, especialistas em áreas específicas, que têm acesso imediato a informações que seriam difícil de encontrar em qualquer outro lugar.
Einstein nunca foi capaz de aceitar o novo mundo quântico que ele próprio mostrou ao mundo e passou o resto de sua vida como um mero espetáculo à parte na comunidade física. Ele era reverenciado pelas seus feitos passadas, mas poucos levaram a sério o seu trabalho posterior. Como Robert Oppenheimer afirmou " his tradition in a certain sense failed him" tendo-se tornado "um marco, não um farol".
Atualmente é difícil que alguém tenha o mesmo destino de Einstein. Hoje as coisas movem-se muito mais rápido. Enquanto que no passado podíamos esperar até aprendermos uma profissão e seguirmos uma carreira simples, os modelos de negócio de hoje não duram. Um recente estudo prevê que 50% dos postos de trabalho de hoje deixarão de exitir daqui a dez anos.
Precisamos de nos libertar das suposições do passado. Já não vivemos num mundo de produtos, mas de plataformas. O New York Times é um produto, dedicado a tradições e valores específicos. Buzzfeed é uma plataforma, a qual pode acomodar uma variedade de produtos. O mesmo se aplica às social media e às redes.
Como Chris Dixon disse, a próxima grande coisa começa sempre como se fosse um brinquedo. É fácil gozar os early adopters, que utilizam novas plataformas por ex. de vídeos de gatos, sexting ou venda de drogas, mas isso não nos deve cegar para as novas capacidades que pode impulsionar novas formas de estar no mundo global. Temos de adaptar as nossas perspectivas e as nossas habilidades ou corremos o risco de nos tornarmos irrelevantes.
Numa época de disrupção a única estratégia viável é adaptar-se.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






