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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Portugal cria a primeira plataforma local para potenciar a Internet das Coisas

A nova plataforma conta com o apoio da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Nova, do Centro de Tecnologia e Sistemas do UNINVA e do TICE e tem como objectivo agregar todas as entidades nacionais envolvidas na revolução da Internet das Coisas de modo a potenciar a sua expansão através da organização de eventos e workshops.
A Internet das Coisas (Internet of Things - IoT na sigla em ingês) tem estado no topo da agenda do investimento em inovação e desenvolvimento de empresas de vários sectores como energia, automóvel, telecomunicações e tecnologia.

Portugal não é excepção. E para se posicionar na linha da frente da nova revolução tecnológica criou esta segunda-feira, 15 de Junho, a Plataforma Espelho Portuguesa para a Inovação na Internet das Coisas (AIOTI).

O objectivo é "agregar todas as entidades nacionais a quem o tema da Internet das Coisas (IoT) interessa, de forma a potenciar a colaboração e envolvimento das entidades nacionais com a plataforma AIOTI global", de acordo com um comunicado.

A AOTI, que foi lançada para colocar a Europa na liderança na Internet das Coisas (IoT), reúne empresas de diferentes áreas tecnológicas, nomeadamente de telecomunicações, operadores de rede, fornecedores  de plataformas (IOT/Cloud), de segurança, prestadores de serviços, a operar em diferentes sectores como energia, utilities,  automóvel, mobilidade, iluminação, edifícios, saúde, cadeia de fornecimento, cidades, entre outros, detalha o mesmo documento.

A Alcatel, Bosch, Cisco, IBMIntel, Nokia, Orange , Philips, Samsung   Telecom Italia, Telefonica, Vodafone e Volvo são algumas das empresas que integram este organismo.

A plataforma portuguesa criada esta terça-feira é a primeira entidade do género a ser criada  por um país a nível local, e conta com o apoio da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL),  pelo Centro de Tecnologia e Sistemas (CTS) do UNINOVA e pelo TICE.

Pedro Maló, professor da FCT-UNL, investigador no UNINOVA-CTS  e um dos responsáveis pelo lançamento desta entidade em Portugal explica que  o projecto " surge no contexto da iniciativa "Plataformas Espelho" do TICE.PT (Pólo das Tecnologias de Informação, Comunicação e Electrónica), que visa alargar o contacto com Plataformas Tecnológicas  europeias, na área das TICE, ao máximo possível de entidades portuguesas".

"Assim", continua, "a Plataforma Espelho AIOTI Portuguesa terá ainda como missão organizar eventos e workshops temáticos para promover a interacção e discussão a nível nacional".


domingo, 14 de junho de 2015

A Internet das Coisas.

A Internet dos objectos, mais conhecida por Internet Of Things, é o futuro hoje.

Automação industrial, casas inteligentes, idades inteligentes e Saúde Inteligente.

Mas o que é? É uma rede entre objectos, coisas, tipicamente sem fios e auto configurável.Significa que a Internet deixou de ser uma rede global que liga pessoas mas passa a ligar máquinas.
As máquinas passam a ter uma identidade e uma personalidade virtual operando em espaços inteligentes usando interfaces inteligentes para se ligar e comunicar em contextos de utilizador, ambiental e social. 
Tecnologias usadas:

  • RFID para identificar e controlar os dados dos objectos.
  • Sensores para colher e processar os dados que detectam as alterações no estado físico dos objectos.   
  • Tecnologia inteligente para melhorar o poder da rede delegando a capacidade de processamento para diferentes partes da rede.
  • Tecnologia Nano para fazer coisas cada vez menores com capacidade de se ligar e interagir.
Aplicações:Educação, gestão, vendas, logística, farmacêutica, comida.




A gestão é feita da seguinte forma:



Internet Of Things liga com novos conceitos:



Como é óbvio, e sendo algo recente deve-se pensar nos seguintes aspectos:
  • Sociais: Pessoas, Segurança e Privacidade.
  • Ambientais: Eficiência dos recursos e prevenção de poluição e desastres.
  • Tecnológicos: Arquitectura da rede, interoperabilidade, ligações do mundo real e virtual e standards.

O roteiro tecnológico atualmente definido até 2020 para a Internet das Coisas: