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terça-feira, 2 de junho de 2015

Google espera contar as calorias nas nossas fotos de comida!



Um dia vamos de ter cuidado com as fotos das nossas refeições mais saborosas! Quantas calorias terá um prato tripas à moda do Porto?

O nosso smartphone vai-nos responder a essa questão num destes dias.

A Google tomou recentemente as rédeas da Im2Calories, um projeto de pesquisa que utiliza algoritmos de aprendizagem profunda para contar as calorias em fotos de alimentos. 

O software identifica os itens individuais no seu prato e cria um registo final com base nas informações de calorias disponível para aqueles pratos. 
Se isso não acontecer corretamente e a aplicação não adivinhar o que está  a comer, pode corrigi-lo você mesmo melhorar o sistema ao longo do tempo, corrigindo-o.

O Google também vai tirar a sabedoria coletiva dos utilizadores para criar uma ferramenta dietética verdadeiramente inteligente - experiência suficiente e que lhe nos vai dar uma estimativa sólida de quanta energia vamos ter de que queimar no ginásio.

domingo, 10 de maio de 2015

Um rabisco para novos empresários evitarem erros.

Nas minhas leituras descobri um artigo interessante sobre os erros que um empreendedor deve ter atenção , e não cometer, quando cria a sua empresa.

Podem ler o artigo completo no site do innovation excellence.

Quanto ao "rabisco", fica por cá também:


sexta-feira, 27 de março de 2015

E se impressão 3D fosse 100x mais rápida?

Neste TED talk podemos ver uma impressora 3D capaz de imprimir 100X mais rápido que qualquer outra até ao momento. As potencialidades são imensas. O futuro hoje, como alguém em tempos dizia.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Um anel que permite a leitura a cegos, sem o recurso a braile

Não há um dia que não surjam noticias sobre uma inovação. Hoje optei por escrever algumas linhas sobre o finger reader, produto desenvolvido  por pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que pretende revolucionar a forma como as pessoas que não conseguem ver, ou que têm visão reduzida, lêem textos.

Basta seguir o texto com o dedo indicador  para que o finger reader reproduza em voz alta cada palavra seguida. Sempre que inicia uma nova frase ou um novo parágrafo, o aparelho emite sinais de vibração para alertar o utilizador. Caso este se afaste da linha de texto, é emitido um sinal para que o leitor volte atrás e se coloque novamente em linha com o que está a ler. Tem ainda uma pequena câmara que faz a análise dos elementos escritos do texto, fazendo a sua leitura em tempo real, sejam documentos impressos ou estejam a ser lidos num e-book, como o Kindle. Consegue ainda fazer traduções em alguns idiomas.

Nada como vêr o video explicativo:


quarta-feira, 25 de março de 2015

O que pode acabar com uma Startup.

Criar uma StartUp nem sempre é simples, e são muitos os factores que podem influenciar o seu fracasso.
Segundo o site Funders and Founders são 18 as coisas que não se deve nunca fazer, ou corre-se o enorme risco de falhar.







1. Único fundador. 
2. Má localização. 
3. Segmento de mercado.
4. Cuidado com as suas ideias.
5. Obstinação.
6. Contratação de maus programadores. 
7. Escolher uma plataforma de arranque errada.
8. Atraso no lançamento. 
9. Lançamento precipitado. 


terça-feira, 24 de março de 2015

Braço Biónico com ligação ao Smartphone

Uma empresa japonesa chamada Exiii criou um braço biónico com um preço inferior a 300€ e que se liga ao telefone móvel, executando algumas manobras de forma surpreendentemente ágil .
O braço usa partes impressas em 3D  para torná-lo fácil de construir e montar, podendo ser reparado ou reconstruído em várias cores.




Empreendedores de sucesso em Portugal: Pouco sociáveis, mas assertivos

Li hoje um artigo sobre empreendedores em Portugal no jornal on-line Observador
Sugiro a leitura completa aqui .

Neste estudo conclui-se por exemplo que os empreendedores Portugueses são pouco criativos e sociáveis, o que até parece um contra senso. Como pode alguém ser pouco criativo mas ser empreendedor? Parece que compensam com autonomia e  capacidade de decisão.
Fica no entanto para mim uma dúvida: não deveria a inovação estar também ligada a estes empreendedores de sucesso?

domingo, 22 de março de 2015

Google está a transformar a publicidade na TV

E se de repente a publicidade que vemos na TV fosse à medida, mais parecida com aquela que atualmente as páginas web nos fornecem? 

A google está a levar até ao seu serviço de fibra, nos estados unidos, esse conceito.

A Google vai utilizar alguns dados do espectador, como os que mostram que está a ver ou o que viu no passado para tentar direccionar os anúncios e obter o maior efeito possível. A Google ainda prevê ajustar face à localização do cliente, podendo ver um anúncio diferente durante o jogo de futebol de outro utilizador que mora do outro lado da cidade. Os Anunciantes vão ser capazes de dizer à Google para interromper a exibição de um anúncio uma vez que numa determinada casa tenham visto um certo número de vezes. O serviço foi lançado em versão trial em Kansas City, podendo expandir-se para outras cidades nos estados unidos onde existe Google Fiber em breve.




O futuro pertence às plataformas, não aos Produtos

Em 1905 o jovem Albert Einstein chocou o mundo. Nesse ano derrubou as premissas vigentes do seu tempo e mudou a forma como vemos o universo, transformando para sempre a forma como pensamos de tempo, espaço, massa, energia e luz. Abriu o caminho para o mundo moderno.

No entanto, 22 anos depois, foi a vez de Einstein ficar preso no lamaçal dos seus próprios pressupostos. Na famosa rodada de debates com Niels Bohr, ele foi incapaz de aceitar as consequências do mundo quântico que, de facto, ele tinha tornado possível em 1905, insistindo que "Deus não joga dados com o universo."

O problema de Einstein não estava em perceber a importância de uma idéia nova, mas aceitar uma plataforma completamente nova para a física e que levou a coisas como lasers, microprocessadores e iPhones, e condenou o resto de sua carreira. Hoje, enfrentamos um dilema similar. Novas plataformas obrigam a não alterar apenas o nosso comportamento, mas as nossas suposições sobre como o mundo funciona.

Há uns anos atrás era frequente ouvir gestores dizerem "Eu não permito Facebook ou Skype no escritório", "só serve para as pessoas brincarem, quando deveriam estar a trabalhar".  Os gestores viam os social media como uma ameaça para a produtividade dos colaboradores e estavam determinados a impedir a entrada nas empresas dessas "distrações".

No entanto os próprios gestores nessa altura utilizavam já o Skype, mas claro que  "Isso era diferente. Eles precisavam falar com pessoas em diferentes países e o Skype é muito mais eficiente. "(Atualmente para que também gostam do Facebook messenger).

No início, os social media eram usados principalmente para as relações sociais.
Early adopters, que tendiam a ser mais jovens, e que utilizavam para comunicar com as coisas que lhes interessavam. No entanto, sempre foi uma plataforma de comunicação e funciona muito bem para outros tipos de informação, como conversas importantes com parceiros no exterior.

Hoje os social media são a principal fonte de notícias para muitas áreas que me interessam. Não é uma função das próprias plataformas mas sim de quem estamos ligamos, especialistas em áreas específicas, que têm acesso imediato a informações que seriam difícil de encontrar em qualquer outro lugar.

Einstein nunca foi capaz de aceitar o novo mundo quântico que ele próprio mostrou ao mundo e passou o resto de sua vida como um mero espetáculo à parte na comunidade física. Ele era reverenciado pelas seus feitos passadas, mas poucos levaram a sério o seu trabalho posterior. Como Robert Oppenheimer afirmou " his tradition in a certain sense failed him" tendo-se tornado "um marco, não um farol".

Atualmente é difícil que alguém tenha o mesmo destino de Einstein. Hoje as coisas movem-se muito mais rápido. Enquanto que no passado podíamos esperar até aprendermos uma profissão e seguirmos uma carreira simples, os modelos de negócio de hoje não duram. Um recente estudo prevê que 50% dos postos de trabalho de hoje deixarão de exitir daqui a dez anos.

Precisamos de nos libertar das suposições do passado. Já não vivemos num mundo de produtos, mas de plataformas. O New York Times é um produto, dedicado a tradições e valores específicos. Buzzfeed é uma plataforma, a qual pode acomodar uma variedade de produtos. O mesmo se aplica às social media e às redes.

Como Chris Dixon disse, a próxima grande coisa começa sempre como se fosse um brinquedo. É fácil gozar os early adopters, que utilizam novas plataformas por ex. de vídeos de gatos, sexting ou venda de drogas, mas isso não nos deve cegar para as novas capacidades que pode impulsionar novas formas de estar no mundo global. Temos de adaptar as nossas perspectivas e as nossas habilidades ou corremos o risco de nos tornarmos irrelevantes.

Numa época de disrupção a única estratégia viável é adaptar-se.